terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Reflexões sobre o filme "Timer"

Acabei de assistir ao “Timer” e agora é perceptível que não há mais um filme que não vá me marcar de alguma forma e me fazer refletir.
Eis que me surgem estas questões: E se tivéssemos a oportunidade de saber quando iriamos encontrar o amor de nossas vidas – e quem seria; o que seria feito até aquele determinado dia? O que faríamos após o determinado dia?
No filme, é uma certeza de que tudo dará certo com aquela pessoa, mas se esqueceram de que temos o direito de recusar o amor.
Sinto-me confusa para afirmar qualquer coisa que seja no momento.
Porém, coloquem-se um timer imaginário no pulso neste momento e pense: e se você já tivesse conhecido a tal pessoa? Voltaria atrás no que um dia não deu certo? Se você fosse conhecer a tal pessoa daqui há alguns dias ou meses, e simplesmente não quisesse fazer os sacrifícios que todo amor pede?

Eu simplesmente não sei responder a essas perguntas agora. Porque se há algo que tem me deixado absurdamente sem opinião formada é o amor. Não tenho argumentos.
Quanto ao filme, é uma comédia romântica que foge do normal, mas sem deixar de carregar seus clichês.

Pamela.

terça-feira, 17 de junho de 2014

...

A semana é longa, os dias são curtos.
Não vejo o tempo passar, mas o sinto nas lembranças que se vão.
Estou sempre em movimento e ao mesmo tempo não vou a lugar algum.
Tantas coisas acontecem, porém nada é obtido.
Ouço tantas vozes gritantes e não tenho escutado nada que me acorde.
Não sinto nada, mas posso sentir o meu vazio.
Estou vegetando no espaço em que todos não estão parados.
Fatos ocorrem perto, porém estou tão longe.
Apesar de notar, não percebo mais.
O meu grito tornou-se silêncio.
O doce está salgado.
A gravidade anda me pondo de pés no chão.
O ar tem me tomado a alma.

Sei tudo e não sei nada...

P.P.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Um começo, talvez.

Depois de vários e vários meses, encontrar uma coisa perdida no passado, mas que sempre retorna em forma de neblina, parece algo predestinado a ter de acontecer, mesmo que isto tenha que esperar. 
Quando criei este blog pensei em algo como um diário. Mas por que, diabos, eu iria querer tornar meus tormentos públicos? 

O tornar público realmente é um caso desnecessário. 

E ultimamente estou com uma terrível opressão para com a exposição de opinião. 
O anonimato deveria ser exterminado. Assim, talvez, não houvesse a quem desconfiar. Não haveria suposições. Odeio suposições. Odeio tudo que envolva apontar sem ter certeza do alvo. 
[...]

Talvez eu nunca terei um blog de verdade. Atualizado diariamente ou ao menos semanalmente, mensalmente. Tenho a aberração de começar e terminar antes do fim. Talvez um dia eu ache a cura. Talvez. Talvez. Talvez. Enquanto isso, vou vivendo de talvezes. 

P.